
Abril de 1945 (há 65 anos). Não era uma boa época para ser nazista na Alemanha. A guerra, enquanto guerra, terminara. Os exércitos de Alexander atravessavam facilmente a Itália. Patton estava na Bavária. Viena caiu diante dos russos, que também ameaçavam Dresden e Berlim. Os franceses estavam no Danúbio. Os britânicos estavam avançando para Bremen e Hamburgo. Apenas um (cada vez mais) estreito corredor de terra permanecia em mãos nazistas. Os russos, de uma lado, e os americanos, de outro, o estreitavam cada vez mais, como um gigantesco torno. O edifício monolítico do Reich de Mil Anos, aquele imponente monumento aos tão poderosos arianos, foi esmagado por soldados que não se achavam super-homens, mas que, por vezes, agiram como se fossem. Enfim, Hitler estava morto. “Acabava” aí o nazismo, agora tínhamos outras preocupações, pois uma verdadeira praga crescia no leste europeu, e tinha o risco de contaminar todo o Mundo. Uma praga fabricada por Marx e distribuída por Stalin e seus seguidores, a praga do Comunismo.

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